Sorrisos, choros, saudade, falta. Longe de casa, da família, dos amigos e dos amores.
Na memória, lembrança do vivido, do sentido, do desejado. No coração, confuso diálogo
do eu com o eu, do que tá longe no norte e no sul. Mas enfim, segredos meus e de mais niguém.
Goiânia está sendo palco para questionamentos, transformações e aprendizados.
Vamos voltar a terrinha energizados pelo fazer cultural, pelas sacadas e vontade de fazer mais e mais pelo nosso povo e pelo bem coletivo.
A todos, meus agradecimentos sinceros por tudo, principalmente ao Alex - SEBRAE e Alê Barreto, pois sem o aval deles, nada disso estaria acontecendo positivamente em minha vida.
Amanda
domingo, 23 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
Armadilha do querer intrínseco
Foi numa brincadeirinha inocente de amigo com malícia de espertalhão menino que tudo começou. Veio o primeiro beijo, a primeira transa, o primeiro telefonema fora de hora. Nada demais, apenas bons cúmplices que se permitiram experenciar sensações e confiança um no outro, apenas isso. Mas não foi bem isso que aconteceu, não pelo querer racional, se é que existe razão nessas horas.
A lembrança da troca de idade, a convivência com acordes e melodias, lugares e pessoas em comum... Pronto, está feita a armadilha a torto e a direita para esses dois malandros que tão pouco sabem o que é o amor.
Negaram, fugiram de si, evitaram o inevitável. Uma vez provado o mel, como saborear o fél com veemência? Com eles não seria diferente, ou seria?
Bem que ela tentou se desvirtuar das suas tradicionais andanças, mas não teve jeito. Era como procurar bombom de cupuaçu numa loja de materiais de construção. Poderia sim ter uns para comprar, mas não seria de mesmo feitio ao ser comprado numa conveniência açucarada.
O menino, beijador de bocas como é, descrente do fisgar do coração, tampouco se atentou ao que poderia acontecer, deixando-se levar como o barquinho de Ilo atrás da Flor Irupê. Mal sabia ele da "rapariga" vestida de princesa com pensamentos bruxelos, mais macaca velha que a idade de carne sentida na pele...
Os dias passaram, o enrolar de linhas aconteceu. Quando mais as Faustinas puxavam as meias, mais rasgavam, mais quente era o sol queimando a cabeça de Manoel Espada, ímã energético de dois corpos afins, de abraços calorosos, quentes, molhados do deleite prazer ao debruçarem um afável beijo com sabor de carinho.
Dizia o Teatro Mágico: "Os opostos se distraem e os dispostos se atraem". Oh, e como se atraem!!! Não teve mesmo jeito, enamoraram-se! Lançaram-se ao mar em busca do desconhecido, mesmo que água seja sempre água, mas vai que aquelas mais distantes tem sabor diferente?! Por eles nunca foi provada, não ao estarem juntos.
Dia desses, num passado não muito distante, resolveram expandir o querer aos olhos de presa fácil, descantando sapos que à noite se vestem de príncipes e usam máscaras de cores refinadas. Naturalmente, interligaram seus lábios num sereno emancipar de almas, causando espanto a uns e alegria a outros. "Como pode o peixe vivo viver fora da água viva", se tão bom é sonhar?
Não sei qual desfecho terá essa estória, nem mesmo a sua duração. Pode ser uma curta, ou uma longa , ou até mesmo uma comédia, ou um drama, não importa, só tem o agora para se importar.
Desejo "sorte" às volúptas criaturas autoras de suas próprias armadilhas, ressaltando que acima de qualquer contrato social, está uma sincera amizade, cheia de respeito, alegria e admiração.
A lembrança da troca de idade, a convivência com acordes e melodias, lugares e pessoas em comum... Pronto, está feita a armadilha a torto e a direita para esses dois malandros que tão pouco sabem o que é o amor.
Negaram, fugiram de si, evitaram o inevitável. Uma vez provado o mel, como saborear o fél com veemência? Com eles não seria diferente, ou seria?
Bem que ela tentou se desvirtuar das suas tradicionais andanças, mas não teve jeito. Era como procurar bombom de cupuaçu numa loja de materiais de construção. Poderia sim ter uns para comprar, mas não seria de mesmo feitio ao ser comprado numa conveniência açucarada.
O menino, beijador de bocas como é, descrente do fisgar do coração, tampouco se atentou ao que poderia acontecer, deixando-se levar como o barquinho de Ilo atrás da Flor Irupê. Mal sabia ele da "rapariga" vestida de princesa com pensamentos bruxelos, mais macaca velha que a idade de carne sentida na pele...
Os dias passaram, o enrolar de linhas aconteceu. Quando mais as Faustinas puxavam as meias, mais rasgavam, mais quente era o sol queimando a cabeça de Manoel Espada, ímã energético de dois corpos afins, de abraços calorosos, quentes, molhados do deleite prazer ao debruçarem um afável beijo com sabor de carinho.
Dizia o Teatro Mágico: "Os opostos se distraem e os dispostos se atraem". Oh, e como se atraem!!! Não teve mesmo jeito, enamoraram-se! Lançaram-se ao mar em busca do desconhecido, mesmo que água seja sempre água, mas vai que aquelas mais distantes tem sabor diferente?! Por eles nunca foi provada, não ao estarem juntos.
Dia desses, num passado não muito distante, resolveram expandir o querer aos olhos de presa fácil, descantando sapos que à noite se vestem de príncipes e usam máscaras de cores refinadas. Naturalmente, interligaram seus lábios num sereno emancipar de almas, causando espanto a uns e alegria a outros. "Como pode o peixe vivo viver fora da água viva", se tão bom é sonhar?
Não sei qual desfecho terá essa estória, nem mesmo a sua duração. Pode ser uma curta, ou uma longa , ou até mesmo uma comédia, ou um drama, não importa, só tem o agora para se importar.
Desejo "sorte" às volúptas criaturas autoras de suas próprias armadilhas, ressaltando que acima de qualquer contrato social, está uma sincera amizade, cheia de respeito, alegria e admiração.
Dix
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