Se amar é sensibilizar-se com a beleza da natureza,
Encantar-se com suas cores, nuances e formas
Digo que sei amar, mesmo com um jeitinho estabanado de ser.
Se amar é corresponder ao sorriso de uma criança
Ofertar um abraço fraterno ao ente querido em dias turvos
A este nobre sentimento eu, mera errante imortal, fui apresentada.
Se amar é abrir mão do teu sentir em respeito ao querer do outro,
Dizer um adeus quando se quer está perto,
Renunciando aos caprichos do próprio egoísmo,
Feliz estou porque achava ser incapaz de amar.
O amor é tudo aquilo de mais puro que sai do âmago
E se manifesta em doces sorrisos, gestos e palavras.
Às vezes basta um silêncio, ou então um simbólico aperto de mão
Para saber que naquele instante, todo o universo com sua majestosa simplicidade
Contemplava delicadamente o amor brotar entre criaturas,
Ora destinadas ao encontro "casual", ora cometas brilhantes a curto prazo.
Não importa como o Amor germina e qual a durabilidade de seus efeitos.
Importante é sabermos que sem Amor a vida e seus desatinos
Em momento algum fariam sentido
Pois se existimos é porque alguém que nos quer bem
Foi capaz de nos amar incondicionalmente
Desprezando toda ingratidão e fraqueza
Arraigada em nosso ser criança.
Graciele
domingo, 28 de março de 2010
sábado, 27 de março de 2010
Aquário
Tu vens a terra fértil?
Vens rememorar a nossa paixão avassaladora
Ou dizer nos olhos que acabou o que foi vivido?
Tu vens desprendido do contrato social e do sentir
Ou vem equipado com os escudos e máscaras para
se proteger do meu desejo?
Tu vens rever a tua "Linda"
sentir o calor dos lábios quentes,
o gozo do âmago sincero
Ou dizer em face desnuda que o passado
está no seu devido lugar?
Devolução do nosso livro?
Agradecimento pelos nobres aprendizados da alma?
Formalismo no "oi" casual?
Qual o teu querer?
Qual o teu sentir?
Qual o teu segredo sincero?
A ti fui, a ti pertenci, a ti não quero mais!
Vamos vê se a fadinha com sua varinha mágica transforma a mágoa
do agora no perdão do amor supremo.
No sincero âmago, resquícios das boas lembraças.
Na superfície crosta, a vontade imensa de te dizer
poucas e boas, mas depois, quiçá, abraçar-te e tornar tua irmã.
Que venham as boas novas!
Amanda
Vens rememorar a nossa paixão avassaladora
Ou dizer nos olhos que acabou o que foi vivido?
Tu vens desprendido do contrato social e do sentir
Ou vem equipado com os escudos e máscaras para
se proteger do meu desejo?
Tu vens rever a tua "Linda"
sentir o calor dos lábios quentes,
o gozo do âmago sincero
Ou dizer em face desnuda que o passado
está no seu devido lugar?
Devolução do nosso livro?
Agradecimento pelos nobres aprendizados da alma?
Formalismo no "oi" casual?
Qual o teu querer?
Qual o teu sentir?
Qual o teu segredo sincero?
A ti fui, a ti pertenci, a ti não quero mais!
Vamos vê se a fadinha com sua varinha mágica transforma a mágoa
do agora no perdão do amor supremo.
No sincero âmago, resquícios das boas lembraças.
Na superfície crosta, a vontade imensa de te dizer
poucas e boas, mas depois, quiçá, abraçar-te e tornar tua irmã.
Que venham as boas novas!
Amanda
Vácuo
Vontades não me faltam de fazer o que posso e não convém
De dá um abraço apertado em quem está longe de mim
De escrever as claras os mais absurdos pensamentos tortuosos.
Sinto vontade de está em vários cantos simultaneamente,
Fazer diversas coisas, ser mil em uma, mas se não dou conta
de uma só, imagine ter várias de mim.
Tenho vontade de xingar, dizer as mais rudes palavras na face desejada
e depois, vencida pelo cansaço do meu próprio
fracasso, chorar e dá um beijo longo, quente de reconciliação.
"Seu calor está concentrado nos lábios".
Sinto vontade de fugir na madrugada e me entregar ao desejo proibido
com quem não devo, não sei se por convenção social ou pelas supostas consequências
que a própria consciência aponta.
Sinto vontade de dizer "você é um filho da puta seu idiota", mas sabe lá se a tola da
estória não sou eu me mesma.
Sinto vontade de brincar com fogo, mas sei que mais cedo ou mais tarde cicatrizes fariam
no meu corpo, para não dizer na alma.
Sinto vontade de dizer "não gosto nenhum pouco de você", mas é preferível manter a compostura e tratar bem aqueles que nos rodeiam.
Sinto vontade de de fazer tudo e de ser invísivel aos olhos, passar por despercebida para dá asas as imaginações incabíveis a peneira da razão.
Sinto vontade de renascer, de apagar da memória aquelas melosas frases impactantes quando
falamos dos nossos sentimentos, sem saber que só tem valia naquele devido instante.
Sinto vontade de conhecer o Amor, pois nem faço ideia de que cor, cara, jeito e intensidade ele se
manifesta.
Sinto vontade de pedir perdão a criatura ferida, mas o orgulho, a mesquinhez do meu ser errante está em vantagem.
Sinto vontade de libertar a mulher que existe dentro de mim, mas ainda não sei como lidar com ela.
Sinto vontade de por uma mochila nas costas e ir embora sem dizer adeus, seguir adiante sem olhar para trás.
Sinto vontade de procriar, só para saber se é ela que virá encher minha vida de alegria.
Sinto vontade de encontrar um príncipe encantado em pleno século XXI, mas sei que ele está preso às páginas dos contos de fada.
Sinto vontade de ver meu pai e saber como ele está.
Sinto vontade de peregrinar pelos mais saborosos palcos do Brasil e do mundo.
Sinto vontade de beijar as mais diferentes línguas e me embebedar das ricas culturas que se tem neste mundão.
Sinto vontade de finalizar os capítulos mal resolvidos, jogar fora a água parada do copo e ter sabedoria ao selecionar a marcação de passos.
Sinto vontade de acelerar o processo evolutivo, de compreender o que questiono
e finalmente entender porque estou aqui.
Sinto vontade de ter um cobertor humano para me aquecer em noites precisas,
andar de mãos dadas comigo em praça pública e viver intensamente a jornada
dos sonhos.
O que tanto me falta Mestre Supremo? Razão, maturidade, paciência? Amor próprio? Choque de realismo? Choque de decisão? Bofetadas na cara? Um olhar sincero? Sei lá. Falta tudo, falta nada, falta crença, falta tolerância, falta doses de carinho... Falta o colorido do quadro, falta cores, falta
o conhecimento, falta eu mergulhar no meu interior...
Amanda Graciele
De dá um abraço apertado em quem está longe de mim
De escrever as claras os mais absurdos pensamentos tortuosos.
Sinto vontade de está em vários cantos simultaneamente,
Fazer diversas coisas, ser mil em uma, mas se não dou conta
de uma só, imagine ter várias de mim.
Tenho vontade de xingar, dizer as mais rudes palavras na face desejada
e depois, vencida pelo cansaço do meu próprio
fracasso, chorar e dá um beijo longo, quente de reconciliação.
"Seu calor está concentrado nos lábios".
Sinto vontade de fugir na madrugada e me entregar ao desejo proibido
com quem não devo, não sei se por convenção social ou pelas supostas consequências
que a própria consciência aponta.
Sinto vontade de dizer "você é um filho da puta seu idiota", mas sabe lá se a tola da
estória não sou eu me mesma.
Sinto vontade de brincar com fogo, mas sei que mais cedo ou mais tarde cicatrizes fariam
no meu corpo, para não dizer na alma.
Sinto vontade de dizer "não gosto nenhum pouco de você", mas é preferível manter a compostura e tratar bem aqueles que nos rodeiam.
Sinto vontade de de fazer tudo e de ser invísivel aos olhos, passar por despercebida para dá asas as imaginações incabíveis a peneira da razão.
Sinto vontade de renascer, de apagar da memória aquelas melosas frases impactantes quando
falamos dos nossos sentimentos, sem saber que só tem valia naquele devido instante.
Sinto vontade de conhecer o Amor, pois nem faço ideia de que cor, cara, jeito e intensidade ele se
manifesta.
Sinto vontade de pedir perdão a criatura ferida, mas o orgulho, a mesquinhez do meu ser errante está em vantagem.
Sinto vontade de libertar a mulher que existe dentro de mim, mas ainda não sei como lidar com ela.
Sinto vontade de por uma mochila nas costas e ir embora sem dizer adeus, seguir adiante sem olhar para trás.
Sinto vontade de procriar, só para saber se é ela que virá encher minha vida de alegria.
Sinto vontade de encontrar um príncipe encantado em pleno século XXI, mas sei que ele está preso às páginas dos contos de fada.
Sinto vontade de ver meu pai e saber como ele está.
Sinto vontade de peregrinar pelos mais saborosos palcos do Brasil e do mundo.
Sinto vontade de beijar as mais diferentes línguas e me embebedar das ricas culturas que se tem neste mundão.
Sinto vontade de finalizar os capítulos mal resolvidos, jogar fora a água parada do copo e ter sabedoria ao selecionar a marcação de passos.
Sinto vontade de acelerar o processo evolutivo, de compreender o que questiono
e finalmente entender porque estou aqui.
Sinto vontade de ter um cobertor humano para me aquecer em noites precisas,
andar de mãos dadas comigo em praça pública e viver intensamente a jornada
dos sonhos.
O que tanto me falta Mestre Supremo? Razão, maturidade, paciência? Amor próprio? Choque de realismo? Choque de decisão? Bofetadas na cara? Um olhar sincero? Sei lá. Falta tudo, falta nada, falta crença, falta tolerância, falta doses de carinho... Falta o colorido do quadro, falta cores, falta
o conhecimento, falta eu mergulhar no meu interior...
Amanda Graciele
segunda-feira, 22 de março de 2010
Quiçá
Vejo de longe
Pouco perto está
O novo amor que brota
Para aquecer o coração
Frio, enferrujado
Antes descontente com o ontem nevoeiro
Mas agora, livre para velejar
No mar desconhecido
E eu aventureira que sou
Entrego-me mais uma vez ao acaso
Sem saber se vai ou se fica
Já que a nossa vida desatina
É uma caixinha de surpresa
Pouco perto está
O novo amor que brota
Para aquecer o coração
Frio, enferrujado
Antes descontente com o ontem nevoeiro
Mas agora, livre para velejar
No mar desconhecido
E eu aventureira que sou
Entrego-me mais uma vez ao acaso
Sem saber se vai ou se fica
Já que a nossa vida desatina
É uma caixinha de surpresa
domingo, 14 de março de 2010
Bem ao Bem
Bem é bem, não se discute! Economicamente falando, significa um objeto, físico ou abstrato, que satisfaz uma necessidade humana, segundo a Wikipédia. Filosoficamente, qualidade de excelência moral.
É perceptível que esse advérbio de modo cai bem em todas as circunstâncias, seja referente à conduta de uma criatura, seja para designar assuntos de negócios, ambos os casos levando o objeto, a pessoa ou coisa rumo ao positivismo.
Plantando o bem, moralmente falando, colheremos o bem e sua trupe. Digamos que essa simples palavra - tão difícil de ser sentida a todo instante - é o auge, o idealismo nobre desejado pela alma para se ter uma vida digna, um sono tranquilo e sossegado.
Fazer o bem sem almejar o reconhecimento, é algo mais dificil ainda de ser exercitado, tendo em vista que somos conduzidos a receber x recompensa por aquilo que fazemos, doamos, seja um sentimento querido direto ou indiretamente. Acredito que tal aspecto é um comportamento típico da sociedade capitalista, em que nos sujeitamos muitas vezes a nos vender em troca de bens materiais ou prestígio social.
Mesmo fazendo mal uso dessa conduta de bem, toda essência clama pelo melhor de si, para si. E porque não dizer que Bem ao Bem é Deus, a força universal que rege o planeta, a mais bonita a ser experenciada? E por que não dizer que Bem ao Bem é o desejo de jovens sonhadores que acreditam na voz do coração, no anseio de trilhar pelo caminho da autorrealização, sem ferir o direito e dever do outro?
Dizer sem falar é o desafio enfrentado. Enxergar ao invés de olhar, escutar ao invés de só ouvir e tão difícil... Façamos o bem, sejamos do time de bem e os resultados serão de bem também.
Amanda
É perceptível que esse advérbio de modo cai bem em todas as circunstâncias, seja referente à conduta de uma criatura, seja para designar assuntos de negócios, ambos os casos levando o objeto, a pessoa ou coisa rumo ao positivismo.
Plantando o bem, moralmente falando, colheremos o bem e sua trupe. Digamos que essa simples palavra - tão difícil de ser sentida a todo instante - é o auge, o idealismo nobre desejado pela alma para se ter uma vida digna, um sono tranquilo e sossegado.
Fazer o bem sem almejar o reconhecimento, é algo mais dificil ainda de ser exercitado, tendo em vista que somos conduzidos a receber x recompensa por aquilo que fazemos, doamos, seja um sentimento querido direto ou indiretamente. Acredito que tal aspecto é um comportamento típico da sociedade capitalista, em que nos sujeitamos muitas vezes a nos vender em troca de bens materiais ou prestígio social.
Mesmo fazendo mal uso dessa conduta de bem, toda essência clama pelo melhor de si, para si. E porque não dizer que Bem ao Bem é Deus, a força universal que rege o planeta, a mais bonita a ser experenciada? E por que não dizer que Bem ao Bem é o desejo de jovens sonhadores que acreditam na voz do coração, no anseio de trilhar pelo caminho da autorrealização, sem ferir o direito e dever do outro?
Dizer sem falar é o desafio enfrentado. Enxergar ao invés de olhar, escutar ao invés de só ouvir e tão difícil... Façamos o bem, sejamos do time de bem e os resultados serão de bem também.
Amanda
segunda-feira, 8 de março de 2010
Pensando alto - coagir do ego
Tem dias que tu se sentes um nada, e outros, a pessoa mais especial do universo!
Não sei se é mais uma ilusão, mas vejo uma fagulha de luz branda no final do túnel tenebroso.
Agora é transcorrer normalmente o caminho e vê o que a vida tem reservado para mim. Como diz meu amigo querido, "permita-se".
Acredito que o beija-flor do sonho ao escrever "alegra-te" deu-me um choque de ânimo, aguçando a confiança dessa força interna que se mobiliza dentro do âmago, agindo sobre o meu sentir, sobre o meu pensar, sobre o meu querer. Quantos pronomes possessivos!
Se for lá ou cá, tanto faz, importante é fazer o que se gosta. Se no cá ficar com x e y, ótimo!, serei grata ao universo. Se o melhor for largar o x e y e tentar o b, maravilha!, observarei até onde voarei com minhas asas. O essencial é ser feliz, independente das escolhas feitas. Consultando o nosso interior - lugar aconselhável quando se pretende ser sincero consigo - e gerenciando as emoções, a vida se torna mais simples. Nada de achar que a felicidade é um estado de espírito adquirido de fora para dentro, pois se não for o processo inverso, é o mesmo que querer tirar leite de pedra. Pode até ser que ele saia, mas dizer que é comum a sua natureza, isso não é!
Que venham as propostas, os contratos, as oportunidades. Não sei o que me aguarda daqui a pouco, mas pelo menos, tenho certeza de ser filha de Deus e o direito de conquistar o meu espaço, concretizar meus sonhos e lutar pelos meus ideais. Igual a você, busco a felicidade que enobrece a alma e encho o coração de esperança quando sinto não ser em vão o meu está no planeta terra. Quiçá num futuro não muito distante residirei em Marte!!! Uau, seria uma maravilha filosofar e aprender com essas criaturas evoluídas.
"Que seja eterno enquanto dure!"
Amanda Graciele
Não sei se é mais uma ilusão, mas vejo uma fagulha de luz branda no final do túnel tenebroso.
Agora é transcorrer normalmente o caminho e vê o que a vida tem reservado para mim. Como diz meu amigo querido, "permita-se".
Acredito que o beija-flor do sonho ao escrever "alegra-te" deu-me um choque de ânimo, aguçando a confiança dessa força interna que se mobiliza dentro do âmago, agindo sobre o meu sentir, sobre o meu pensar, sobre o meu querer. Quantos pronomes possessivos!
Se for lá ou cá, tanto faz, importante é fazer o que se gosta. Se no cá ficar com x e y, ótimo!, serei grata ao universo. Se o melhor for largar o x e y e tentar o b, maravilha!, observarei até onde voarei com minhas asas. O essencial é ser feliz, independente das escolhas feitas. Consultando o nosso interior - lugar aconselhável quando se pretende ser sincero consigo - e gerenciando as emoções, a vida se torna mais simples. Nada de achar que a felicidade é um estado de espírito adquirido de fora para dentro, pois se não for o processo inverso, é o mesmo que querer tirar leite de pedra. Pode até ser que ele saia, mas dizer que é comum a sua natureza, isso não é!
Que venham as propostas, os contratos, as oportunidades. Não sei o que me aguarda daqui a pouco, mas pelo menos, tenho certeza de ser filha de Deus e o direito de conquistar o meu espaço, concretizar meus sonhos e lutar pelos meus ideais. Igual a você, busco a felicidade que enobrece a alma e encho o coração de esperança quando sinto não ser em vão o meu está no planeta terra. Quiçá num futuro não muito distante residirei em Marte!!! Uau, seria uma maravilha filosofar e aprender com essas criaturas evoluídas.
"Que seja eterno enquanto dure!"
Amanda Graciele
sábado, 6 de março de 2010
sexta-feira, 5 de março de 2010
Vestígio
Eu não amo
Eu não sei amar.
Não sei quem eu sou
Nem para onde irei
Não menos de onde vim.
Não sei o que sinto
Não sei o que devo
Não sei os porquês.
Não mais acredito
Nem no que vejo
Nem no que ouço
Nem no que penso
Pois se ontem valeu à pena
Hoje já não vale mais...
Eu não sei amar.
Não sei quem eu sou
Nem para onde irei
Não menos de onde vim.
Não sei o que sinto
Não sei o que devo
Não sei os porquês.
Não mais acredito
Nem no que vejo
Nem no que ouço
Nem no que penso
Pois se ontem valeu à pena
Hoje já não vale mais...
quinta-feira, 4 de março de 2010
Vazio
De nada vale as palavra
De nada vale os sentimentos
De nada vale as recordações.
Tudo passa, tudo muda
Tudo se transforma.
A vida é assim...
Uma grande ilusão!
De nada vale os sentimentos
De nada vale as recordações.
Tudo passa, tudo muda
Tudo se transforma.
A vida é assim...
Uma grande ilusão!
quarta-feira, 3 de março de 2010
Seda branca no corpo desnudo
Os compenetrados no enredo, confabulantes criaturas que por motivo de força maior estão entrelaçados, não se dão conta que existem razões, hipóteses e mais hipóteses de seus encontros afins, das pendengas e aparentemente irracionais ligações carnais, terra enraizada.
Observo de longe e estudo, analiso, possibilito, descarto, repenso e me permito sentir o que os envolvem tão freneticamente, essa energia invisível aos olhos, mas sensível a intuição, ao mundo imaterial, imperceptível a muitos.
Tudo fascina, excita, parece malabarismo circense. Eu que estou de fora vejo a beleza do desfecho, se é que veremos o desenrolar dessa macabra estória. Vejo que dão cabeçadas na parece, e depois de doer tanto, passam a compreender que pelo amor as coisas são mais simples do que imaginamos. Permitir-se recomeçar, fazer diferente é peito para uma minoria. Nosso orgulho, vaidade, intolerância e impaciência nos engrandecem com falsos valores, alimentando o ego insaciável, enobrecendo a solidão e a certeza que o caminho não é por aí.
Ninguém é ironia do destino de ninguém, e se for, é porque a vida é teatro, ou comercial, ou novela, ou arte barata, prostituída, sei lá. Até o ser mais despercebido aos nossos contruibui indiretamente a nossa evolução, imagine um amor mal resolvido, cheio de montanhas, elo espiritual indisolúvel nesta encarnação.
Bem que se tenta, mas o "destino" com suas artemanhas, aponta, puxa a orelha da rebeldia felina. Vem os sonhos falantes, vem os oráculos da vida, os sinais do alto apontando não ser momento para a criança recusar o doce que tanto gosta de sentir nos lábios afáveis.
Como seria belo se nos entregássemos ao amor desnudo de promíscuas ilusões... O andar de mãos dadas, o "eu te amo" após o encontro das almas seria combustível eficiente no matar de leões diários. Mas vai entender o ser humano, criatura complicada, marrenta, idiota.
Vejo que aos poucos os pombinhos começam a limpar a janela de vidro para o melhor enxergar,e a recompensa, despedida "inusitada" com sabor de "quero mais na próxima vez". Por que não ser rei da selva e falar do sentir com veemência? Por que não desfrutar do deleite querer, mais celestial que terreno?
É ela, não adianta! As outras são passatempos recheados de chocolate e morango, que de tanto comer, enjoa. As outras são pó compacto para noites de balada, e ela, a limpeza de pele com a melhor esteticista de todos os tempos. Ela é rochedo do teu pisar, as outras, areia cavada de prazer, "nuvem passageiraque cobre o luar", diria Palavra Cantada.
E você sweet friend, desperdice o autoengano. Não adianta fugir, não adianta escapar, é ele a "pessoa errada", de Luis Fernando Verissimo. E ele o teu tocar profundo, instrumento predileto das canções de rock. E ele o aroma dos teus pulsos quentes, o teu sorriso sincero nas conversas "ínfimas", o teu palpitar de emoções e sentimentos. Ele é o teu sentir, é teu, queira apenas velejar ao seu lado, mesmo que no amanhã incerto, barco a céu aberto, não saiba se é norte ou sul a direção do porto seguro. O fruto? Renascimento da criança índigo, tudo que ele quis ser, tudo que tu queres ofertar.
Observo de longe e estudo, analiso, possibilito, descarto, repenso e me permito sentir o que os envolvem tão freneticamente, essa energia invisível aos olhos, mas sensível a intuição, ao mundo imaterial, imperceptível a muitos.
Tudo fascina, excita, parece malabarismo circense. Eu que estou de fora vejo a beleza do desfecho, se é que veremos o desenrolar dessa macabra estória. Vejo que dão cabeçadas na parece, e depois de doer tanto, passam a compreender que pelo amor as coisas são mais simples do que imaginamos. Permitir-se recomeçar, fazer diferente é peito para uma minoria. Nosso orgulho, vaidade, intolerância e impaciência nos engrandecem com falsos valores, alimentando o ego insaciável, enobrecendo a solidão e a certeza que o caminho não é por aí.
Ninguém é ironia do destino de ninguém, e se for, é porque a vida é teatro, ou comercial, ou novela, ou arte barata, prostituída, sei lá. Até o ser mais despercebido aos nossos contruibui indiretamente a nossa evolução, imagine um amor mal resolvido, cheio de montanhas, elo espiritual indisolúvel nesta encarnação.
Bem que se tenta, mas o "destino" com suas artemanhas, aponta, puxa a orelha da rebeldia felina. Vem os sonhos falantes, vem os oráculos da vida, os sinais do alto apontando não ser momento para a criança recusar o doce que tanto gosta de sentir nos lábios afáveis.
Como seria belo se nos entregássemos ao amor desnudo de promíscuas ilusões... O andar de mãos dadas, o "eu te amo" após o encontro das almas seria combustível eficiente no matar de leões diários. Mas vai entender o ser humano, criatura complicada, marrenta, idiota.
Vejo que aos poucos os pombinhos começam a limpar a janela de vidro para o melhor enxergar,e a recompensa, despedida "inusitada" com sabor de "quero mais na próxima vez". Por que não ser rei da selva e falar do sentir com veemência? Por que não desfrutar do deleite querer, mais celestial que terreno?
É ela, não adianta! As outras são passatempos recheados de chocolate e morango, que de tanto comer, enjoa. As outras são pó compacto para noites de balada, e ela, a limpeza de pele com a melhor esteticista de todos os tempos. Ela é rochedo do teu pisar, as outras, areia cavada de prazer, "nuvem passageiraque cobre o luar", diria Palavra Cantada.
E você sweet friend, desperdice o autoengano. Não adianta fugir, não adianta escapar, é ele a "pessoa errada", de Luis Fernando Verissimo. E ele o teu tocar profundo, instrumento predileto das canções de rock. E ele o aroma dos teus pulsos quentes, o teu sorriso sincero nas conversas "ínfimas", o teu palpitar de emoções e sentimentos. Ele é o teu sentir, é teu, queira apenas velejar ao seu lado, mesmo que no amanhã incerto, barco a céu aberto, não saiba se é norte ou sul a direção do porto seguro. O fruto? Renascimento da criança índigo, tudo que ele quis ser, tudo que tu queres ofertar.
Aos J....
terça-feira, 2 de março de 2010
Ao Guido
Nas tuas mãos as palavras soltas
Costuram devaneio
Com retalhos do doce sentir.
Sou fã tua,
Admiradora da arte desatina
Com Lorca, Ilo,
Cravo do Cavalo Rosado meu
E as Bodas de Sangue?
Lágrimas da introspectiva
Alma gritante do ego que sufoca a essência.
Vamos Guido, conta a tua história!
Mostra ao mundo os ilimitados sonhos
Que percorrem tuas veias,
No teu pensar serelepe de menino,
No teu sorriso acolhedor,
No ombro amigo que sempre quero ter por perto.
Feliz Aniversário!!!
Costuram devaneio
Com retalhos do doce sentir.
Sou fã tua,
Admiradora da arte desatina
Com Lorca, Ilo,
Cravo do Cavalo Rosado meu
E as Bodas de Sangue?
Lágrimas da introspectiva
Alma gritante do ego que sufoca a essência.
Vamos Guido, conta a tua história!
Mostra ao mundo os ilimitados sonhos
Que percorrem tuas veias,
No teu pensar serelepe de menino,
No teu sorriso acolhedor,
No ombro amigo que sempre quero ter por perto.
Feliz Aniversário!!!
Desatinos misteriosos
Girante move
Encontros e desencontros
Brincadeira de caça ao rato
Já não quero mais!
Vestida e desnuda
Vi-me tua
E hoje, farelos de dor
Não posso mais tocar.
Desvirtuados olhares
Sempre perdidos.
Bem te quis,
Mas tu voaste longe
Sem dizer se aos meus voltaria
E eu sem nada saber,
Pus-me firme no chão,
Enterrando vivas lembranças
Jurando esquecer o que ainda sentia.
Quando retomas o caminho
Do olhar compenetrante
Tua não era mais eu.
Dias passaram,
Compromissos cessaram
Saudade inusitada do Pequenino resplandeceu.
Refaço o caminho
Cruzo a calçada
Buscando antigas fagulhas
Para surpresa maior.
Vejo-te sorridente
Intangível aos braços desejosos
Amando outrem
Lutando pela felicidade
Que um dia quis somar a tua,
Mas que a vida,
Com seus desatinos misteriosos,
Por alguma razão não deu o sim ao eu.
Agora é torcer pelas felicitações separadas
Se no dia do teu quis
Não pude ser caça tua,
Direito teu refazer o ninho.
É esperar para vê,
Tudo tem sua hora.
Quiçá dia incerto
Nossos desencontros do mundo girante
Retomará ao enredo desativado no peito
Formatando os feitos,
Ajustando a desordem da casa,
Buscando o entender de outrora.
Amplitude de vocábulos,
Certeza do batuque correspondido
Prazer do recomeço.
É a convicção de ser nada por acaso
É a sabedoria das voltas mundanas
Provando no amanhã,
Que o melhor do hoje,
Se faz recolher no silêncio da lição sentida,
Arraigada do palpitar profundo do âmago,
Das mazelas feridas.
Dor da perda,
Dor da doideira,
Dor da partida.
Dor da surpresa,
Dor de tristeza,
Dor de nostalgia
E depois?
Desfazer o aglomerado confuso
Incômodo fino,
Refletido nos olhos da emoção
Como se fossem dores errantes
Discórdias do bem maior
Irracionais e temporariamente eternas...
Encontros e desencontros
Brincadeira de caça ao rato
Já não quero mais!
Vestida e desnuda
Vi-me tua
E hoje, farelos de dor
Não posso mais tocar.
Desvirtuados olhares
Sempre perdidos.
Bem te quis,
Mas tu voaste longe
Sem dizer se aos meus voltaria
E eu sem nada saber,
Pus-me firme no chão,
Enterrando vivas lembranças
Jurando esquecer o que ainda sentia.
Quando retomas o caminho
Do olhar compenetrante
Tua não era mais eu.
Dias passaram,
Compromissos cessaram
Saudade inusitada do Pequenino resplandeceu.
Refaço o caminho
Cruzo a calçada
Buscando antigas fagulhas
Para surpresa maior.
Vejo-te sorridente
Intangível aos braços desejosos
Amando outrem
Lutando pela felicidade
Que um dia quis somar a tua,
Mas que a vida,
Com seus desatinos misteriosos,
Por alguma razão não deu o sim ao eu.
Agora é torcer pelas felicitações separadas
Se no dia do teu quis
Não pude ser caça tua,
Direito teu refazer o ninho.
É esperar para vê,
Tudo tem sua hora.
Quiçá dia incerto
Nossos desencontros do mundo girante
Retomará ao enredo desativado no peito
Formatando os feitos,
Ajustando a desordem da casa,
Buscando o entender de outrora.
Amplitude de vocábulos,
Certeza do batuque correspondido
Prazer do recomeço.
É a convicção de ser nada por acaso
É a sabedoria das voltas mundanas
Provando no amanhã,
Que o melhor do hoje,
Se faz recolher no silêncio da lição sentida,
Arraigada do palpitar profundo do âmago,
Das mazelas feridas.
Dor da perda,
Dor da doideira,
Dor da partida.
Dor da surpresa,
Dor de tristeza,
Dor de nostalgia
E depois?
Desfazer o aglomerado confuso
Incômodo fino,
Refletido nos olhos da emoção
Como se fossem dores errantes
Discórdias do bem maior
Irracionais e temporariamente eternas...
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