Os compenetrados no enredo, confabulantes criaturas que por motivo de força maior estão entrelaçados, não se dão conta que existem razões, hipóteses e mais hipóteses de seus encontros afins, das pendengas e aparentemente irracionais ligações carnais, terra enraizada.
Observo de longe e estudo, analiso, possibilito, descarto, repenso e me permito sentir o que os envolvem tão freneticamente, essa energia invisível aos olhos, mas sensível a intuição, ao mundo imaterial, imperceptível a muitos.
Tudo fascina, excita, parece malabarismo circense. Eu que estou de fora vejo a beleza do desfecho, se é que veremos o desenrolar dessa macabra estória. Vejo que dão cabeçadas na parece, e depois de doer tanto, passam a compreender que pelo amor as coisas são mais simples do que imaginamos. Permitir-se recomeçar, fazer diferente é peito para uma minoria. Nosso orgulho, vaidade, intolerância e impaciência nos engrandecem com falsos valores, alimentando o ego insaciável, enobrecendo a solidão e a certeza que o caminho não é por aí.
Ninguém é ironia do destino de ninguém, e se for, é porque a vida é teatro, ou comercial, ou novela, ou arte barata, prostituída, sei lá. Até o ser mais despercebido aos nossos contruibui indiretamente a nossa evolução, imagine um amor mal resolvido, cheio de montanhas, elo espiritual indisolúvel nesta encarnação.
Bem que se tenta, mas o "destino" com suas artemanhas, aponta, puxa a orelha da rebeldia felina. Vem os sonhos falantes, vem os oráculos da vida, os sinais do alto apontando não ser momento para a criança recusar o doce que tanto gosta de sentir nos lábios afáveis.
Como seria belo se nos entregássemos ao amor desnudo de promíscuas ilusões... O andar de mãos dadas, o "eu te amo" após o encontro das almas seria combustível eficiente no matar de leões diários. Mas vai entender o ser humano, criatura complicada, marrenta, idiota.
Vejo que aos poucos os pombinhos começam a limpar a janela de vidro para o melhor enxergar,e a recompensa, despedida "inusitada" com sabor de "quero mais na próxima vez". Por que não ser rei da selva e falar do sentir com veemência? Por que não desfrutar do deleite querer, mais celestial que terreno?
É ela, não adianta! As outras são passatempos recheados de chocolate e morango, que de tanto comer, enjoa. As outras são pó compacto para noites de balada, e ela, a limpeza de pele com a melhor esteticista de todos os tempos. Ela é rochedo do teu pisar, as outras, areia cavada de prazer, "nuvem passageiraque cobre o luar", diria Palavra Cantada.
E você sweet friend, desperdice o autoengano. Não adianta fugir, não adianta escapar, é ele a "pessoa errada", de Luis Fernando Verissimo. E ele o teu tocar profundo, instrumento predileto das canções de rock. E ele o aroma dos teus pulsos quentes, o teu sorriso sincero nas conversas "ínfimas", o teu palpitar de emoções e sentimentos. Ele é o teu sentir, é teu, queira apenas velejar ao seu lado, mesmo que no amanhã incerto, barco a céu aberto, não saiba se é norte ou sul a direção do porto seguro. O fruto? Renascimento da criança índigo, tudo que ele quis ser, tudo que tu queres ofertar.
Observo de longe e estudo, analiso, possibilito, descarto, repenso e me permito sentir o que os envolvem tão freneticamente, essa energia invisível aos olhos, mas sensível a intuição, ao mundo imaterial, imperceptível a muitos.
Tudo fascina, excita, parece malabarismo circense. Eu que estou de fora vejo a beleza do desfecho, se é que veremos o desenrolar dessa macabra estória. Vejo que dão cabeçadas na parece, e depois de doer tanto, passam a compreender que pelo amor as coisas são mais simples do que imaginamos. Permitir-se recomeçar, fazer diferente é peito para uma minoria. Nosso orgulho, vaidade, intolerância e impaciência nos engrandecem com falsos valores, alimentando o ego insaciável, enobrecendo a solidão e a certeza que o caminho não é por aí.
Ninguém é ironia do destino de ninguém, e se for, é porque a vida é teatro, ou comercial, ou novela, ou arte barata, prostituída, sei lá. Até o ser mais despercebido aos nossos contruibui indiretamente a nossa evolução, imagine um amor mal resolvido, cheio de montanhas, elo espiritual indisolúvel nesta encarnação.
Bem que se tenta, mas o "destino" com suas artemanhas, aponta, puxa a orelha da rebeldia felina. Vem os sonhos falantes, vem os oráculos da vida, os sinais do alto apontando não ser momento para a criança recusar o doce que tanto gosta de sentir nos lábios afáveis.
Como seria belo se nos entregássemos ao amor desnudo de promíscuas ilusões... O andar de mãos dadas, o "eu te amo" após o encontro das almas seria combustível eficiente no matar de leões diários. Mas vai entender o ser humano, criatura complicada, marrenta, idiota.
Vejo que aos poucos os pombinhos começam a limpar a janela de vidro para o melhor enxergar,e a recompensa, despedida "inusitada" com sabor de "quero mais na próxima vez". Por que não ser rei da selva e falar do sentir com veemência? Por que não desfrutar do deleite querer, mais celestial que terreno?
É ela, não adianta! As outras são passatempos recheados de chocolate e morango, que de tanto comer, enjoa. As outras são pó compacto para noites de balada, e ela, a limpeza de pele com a melhor esteticista de todos os tempos. Ela é rochedo do teu pisar, as outras, areia cavada de prazer, "nuvem passageiraque cobre o luar", diria Palavra Cantada.
E você sweet friend, desperdice o autoengano. Não adianta fugir, não adianta escapar, é ele a "pessoa errada", de Luis Fernando Verissimo. E ele o teu tocar profundo, instrumento predileto das canções de rock. E ele o aroma dos teus pulsos quentes, o teu sorriso sincero nas conversas "ínfimas", o teu palpitar de emoções e sentimentos. Ele é o teu sentir, é teu, queira apenas velejar ao seu lado, mesmo que no amanhã incerto, barco a céu aberto, não saiba se é norte ou sul a direção do porto seguro. O fruto? Renascimento da criança índigo, tudo que ele quis ser, tudo que tu queres ofertar.
Aos J....


Nenhum comentário:
Postar um comentário