Agora entendo o que ele quis me ensinar indiretamente. Se estávamos perto, na mesma cidade, para que trocar recadinhos de orkut, se poderíamos estar juntos a todo momento? Agora sim, no silêncio do hoje, os recadinhos são essenciais para nutrir a distância física que nos separa, mesmo sabendo que ele está mais perto de mim que os próprios entes queridos de convivência diária.
Uma vez li algo que auxiliou-me nas minhas percepções quanto aos assuntos sentimentais: quando nossos corações estão interligados, a distância carnal é irrelevante. Posso está perto de ti, sentada ao teu lado nesse instante, não significando estar próxima a você...
Conversando com um amigo querido, escutei mais uma vez a reclamação do "desgaste do relacionamento quando se vive sob o mesmo teto". Será esse o fator inicial para o desgaste do amor, aquele em que se jura ser para a vida inteira? Não seria mais viável casar-se e cada um ter uma casa, ou até mesmo um quarto separado para "desafogar-se" da rotina? Como solucionar as crises das relações contemporâneas?
Quando decidi escrever, o assunto era outro. Ia falar de Buda, lançar umas indagações macabras, mas senti vontade de confabular sobre esse sentir temporal. O bom de escrever é que você pode viajar na maionese e falar o que se pensa, sem medo, sem preconceito, quando se chega ao consenso que isso é melhor para o seu alívio almático. Minha alma é muito inquieta, vive em constante conflito com meu ego e isso é um caos dentro de mim...
Falando em ego e direcionando para a conversa principiante na cabeça confusa de muar, fiquei intrigada com duas linhas de raciocínio sobre o sofrimento humano. A gente sofre por ignorância, ausência do conhecimento, ou por conta de nossas paixões, essas que aguçam o ego a ressaltar os seus quereis?
É tão difícil chegar ao estado de Iluminação sentido por Buda... Já pensou você se desprender da vida social mesquinha, das amizades fúteis, da rotina avassaladora, dos entes queridos, do conforto desejado e/ou desfrutado, para limpar-se da poeira do comodismo, a fim de se autoconhecer? A pessoa tem que ser muito foda para renunciar os desejos carnais, terrenos, no entanto, passageiros e supléfluos - em sua maioria - para se encontrar, conhecer o seu avesso, ou melhor, o lado mais significativo do seu ser (Eu interior) e viver em estado de graça, em contato com a pureza da alma, parecida com os mitos e promessas religiosas (atualmente um tanto banalizados, infelizmente). Paraíso, céu, Adão e Eva, inferno... Prefiro ansear pelas colônias espirituais energérticas, onde terei o prazer de viver e desfrutar de ótimos aprendizados e estudos... Essa vida de reencarnação cansa, às vezes. Pobres seres humanos imperfeitos, aprontam, aprontam e aprontam e depois se arrependem e pedem para voltar, na esperança de acertar seus feitos. Esquecem suas missões, desviam-se dos caminhos predestinados e lascam-se novamente, num ciclo vicioso, gerador de dor, ignorância e tristeza.
Como diz Bob Trask, é preciso soltar a corda perpendicular as duas margens do rio para experenciar uma vida fluente, livre como as águas navegantes. Ou seja, se nos apegamos a corda, a correnteza bate em nosso corpo, gerando dor, ferimento. Se a soltamos e nos deixamos levar com as águas do rio, a vida se torna mais leve, possibilitando-nos averiguar novos olhares, novos ares, novos horizontes.
A tua alma é inquieta? Já parou para escutá-la e saber qual é o teu querer de verdade verdadeira? Já se perguntou se o que tu fazes hoje é por conveniência social ou se é porque tu amas fazer aquilo que fazes? Já sentiu o alívio ao repousar tua cabeça no travesseiro, sabendo que todos os dias é dia de milagre atemporal e que tu é o único responsável por tuas escolhas e atitudes? Analisaste o quão sofremos por coisas banais e colocamos a idiota "CULPA" (palavra que eu detesto dizer, sentir, saber que existe) no nosso visinho? Já se questionaste sobre a tua estadia passageira na terra, sentindo que o teu Eu interior, mesmo sufocado pela poeira do egotismo, quer te alertar qual missão tens?
"O Deus que há em mim saúda o Deus que há em você" .Não precisamos viver enfurnados num templo religioso para nos conectarmos com a preciosidade da vida, meus camaradas. A maior preciosidade é escutar o que o nosso coração nos fala suavemente, ouvir essa voz baixinha que sussura e faz cócegas, de tão gostosa que é. Nossa pedra preciosa é a essência, a autenticidade de cada criatura que pediu para nascer, assim como o sorriso de uma criança inocente, velha alma nova no mundo, se é que me entendem... Quando criança, a memória ainda está fresquinha, rica de experiências cósmicas... É uma pena a coersão social nos distanciar de nós mesmos, do nosso diamante inato.
Isso é engraçado. A gente tem o diamante lapidado ao nascer, em alguns casos, cresce construíndo muralhas que nos distancia dele e vive na busca constante por sua lapidação. Dá para entender as complexidades do ser humano? A gente é um bolo de carne que se confude entre "ser ou não ser, eis a questão".
Estou com sono. Depois continuo meu monólogo solitário. Ainda bem que boa parte da esperteza consiste em saber indagar, e não responder questões. Vamos aprender a questionar o mundo e deixar que a vida ensine os melhores caminhos para cada digital do universo. Somente você sabe onde o sapato te aperta.
Uma vez li algo que auxiliou-me nas minhas percepções quanto aos assuntos sentimentais: quando nossos corações estão interligados, a distância carnal é irrelevante. Posso está perto de ti, sentada ao teu lado nesse instante, não significando estar próxima a você...
Conversando com um amigo querido, escutei mais uma vez a reclamação do "desgaste do relacionamento quando se vive sob o mesmo teto". Será esse o fator inicial para o desgaste do amor, aquele em que se jura ser para a vida inteira? Não seria mais viável casar-se e cada um ter uma casa, ou até mesmo um quarto separado para "desafogar-se" da rotina? Como solucionar as crises das relações contemporâneas?
Quando decidi escrever, o assunto era outro. Ia falar de Buda, lançar umas indagações macabras, mas senti vontade de confabular sobre esse sentir temporal. O bom de escrever é que você pode viajar na maionese e falar o que se pensa, sem medo, sem preconceito, quando se chega ao consenso que isso é melhor para o seu alívio almático. Minha alma é muito inquieta, vive em constante conflito com meu ego e isso é um caos dentro de mim...
Falando em ego e direcionando para a conversa principiante na cabeça confusa de muar, fiquei intrigada com duas linhas de raciocínio sobre o sofrimento humano. A gente sofre por ignorância, ausência do conhecimento, ou por conta de nossas paixões, essas que aguçam o ego a ressaltar os seus quereis?
É tão difícil chegar ao estado de Iluminação sentido por Buda... Já pensou você se desprender da vida social mesquinha, das amizades fúteis, da rotina avassaladora, dos entes queridos, do conforto desejado e/ou desfrutado, para limpar-se da poeira do comodismo, a fim de se autoconhecer? A pessoa tem que ser muito foda para renunciar os desejos carnais, terrenos, no entanto, passageiros e supléfluos - em sua maioria - para se encontrar, conhecer o seu avesso, ou melhor, o lado mais significativo do seu ser (Eu interior) e viver em estado de graça, em contato com a pureza da alma, parecida com os mitos e promessas religiosas (atualmente um tanto banalizados, infelizmente). Paraíso, céu, Adão e Eva, inferno... Prefiro ansear pelas colônias espirituais energérticas, onde terei o prazer de viver e desfrutar de ótimos aprendizados e estudos... Essa vida de reencarnação cansa, às vezes. Pobres seres humanos imperfeitos, aprontam, aprontam e aprontam e depois se arrependem e pedem para voltar, na esperança de acertar seus feitos. Esquecem suas missões, desviam-se dos caminhos predestinados e lascam-se novamente, num ciclo vicioso, gerador de dor, ignorância e tristeza.
Como diz Bob Trask, é preciso soltar a corda perpendicular as duas margens do rio para experenciar uma vida fluente, livre como as águas navegantes. Ou seja, se nos apegamos a corda, a correnteza bate em nosso corpo, gerando dor, ferimento. Se a soltamos e nos deixamos levar com as águas do rio, a vida se torna mais leve, possibilitando-nos averiguar novos olhares, novos ares, novos horizontes.
A tua alma é inquieta? Já parou para escutá-la e saber qual é o teu querer de verdade verdadeira? Já se perguntou se o que tu fazes hoje é por conveniência social ou se é porque tu amas fazer aquilo que fazes? Já sentiu o alívio ao repousar tua cabeça no travesseiro, sabendo que todos os dias é dia de milagre atemporal e que tu é o único responsável por tuas escolhas e atitudes? Analisaste o quão sofremos por coisas banais e colocamos a idiota "CULPA" (palavra que eu detesto dizer, sentir, saber que existe) no nosso visinho? Já se questionaste sobre a tua estadia passageira na terra, sentindo que o teu Eu interior, mesmo sufocado pela poeira do egotismo, quer te alertar qual missão tens?
"O Deus que há em mim saúda o Deus que há em você" .Não precisamos viver enfurnados num templo religioso para nos conectarmos com a preciosidade da vida, meus camaradas. A maior preciosidade é escutar o que o nosso coração nos fala suavemente, ouvir essa voz baixinha que sussura e faz cócegas, de tão gostosa que é. Nossa pedra preciosa é a essência, a autenticidade de cada criatura que pediu para nascer, assim como o sorriso de uma criança inocente, velha alma nova no mundo, se é que me entendem... Quando criança, a memória ainda está fresquinha, rica de experiências cósmicas... É uma pena a coersão social nos distanciar de nós mesmos, do nosso diamante inato.
Isso é engraçado. A gente tem o diamante lapidado ao nascer, em alguns casos, cresce construíndo muralhas que nos distancia dele e vive na busca constante por sua lapidação. Dá para entender as complexidades do ser humano? A gente é um bolo de carne que se confude entre "ser ou não ser, eis a questão".
Estou com sono. Depois continuo meu monólogo solitário. Ainda bem que boa parte da esperteza consiste em saber indagar, e não responder questões. Vamos aprender a questionar o mundo e deixar que a vida ensine os melhores caminhos para cada digital do universo. Somente você sabe onde o sapato te aperta.
Amanda Graciele


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