Sono não chega, lágrimas quentes escoam pela face saudosa do tempo vivido. Não aceito que um amor tão bonito tenha acabado assim, tão derrepente. Não acredito que todas aquelas palavras, "promessas" de reencontros, de elo eterno tenham se dissipado com o vento, desfazendo-se sem pedir permissão a quem as sentem. Viver assim, para que? Comparar com todos os outros que nem chegam aos pés do que eu senti ao te vê?
Lembro como se fosse hoje. De costas, adentrando no lugar x, avistei-te de longe e meu corpo extremeceu. Um turbilhão de perguntas me fiz, pois o que estaria acontecendo comigo ao vê uma pessoa "estranha", sem saber que ela ia fazer parte da minha vida a partir daquele instante?
Olhar a tua alma minutos depois foi o suficiente para saber que o amor não escolhe hora, tempo e muito menos grandes ações para se manifestar. Fluiu naturalmente como agora flui o choro da hesitação.
Nossa história foi a mais louca e bonita. Fiz tudo aquilo que pude para aproveitar ao máximo os nossos encontros diários, sabendo a data exata da tua partida, rumo a tua vida real, ao cotidiano, aos teus projetos do destino. Por que não foi escrito ficarmos juntos? Nós ou Deus que assim escolheu?
Nunca esqueço daquela especial rosa vermelha, cuja cor remete à paixão que já tinha nos contagiado desde o primeiro olhar. Nossas saídas, conversas, entrelaçar de corpo e alma na mais pura essência do amor, esse amor inexplicável que apenas se sente e se cala no apreciar das estrelas. E a festinha com os amigos? Lembra da estrada, dos amigos e você deitados no asfalto, com molecagem? Ai, quanta saudade do que foi vivido ao seu lado...
E os e-mails, cada um mais profundo que o outro! E a sintonia de nossos espíritos que nos tornaram espontâneos e especiais, lembra? Os torpedos, o amanhecer do dia com o delicioso abraço; o caminhar pela cidade desconhecida, a sinceridade do peito acolhedor, mostrando a cada dia o quão tudo aquilo fazia sentido?
Revivemos nessa encarnação o amor eterno que juramos há anos atrás e, mesmo que eu tenha a plena convicção do que sinto, entristeço-me pelo silêncio, pela indiferença, por saber que tão longe de mim emocionalmente estais.
Entram e saem pessoas em nossas vidas, mas é você a referência do mais sublime sentimento que senti um dia por um homem. Por que justamente você, já que não tenho o direito de está contigo?
E o sábio livro, que poço de descobertas, não é? Eu tinha plena certeza do quão ele faria diferença para tua percepção de mundo, auxiliando-o nesse caminhar evolutivo. Não foi à toda que em tuas mãos o confiei, sem saber se um dia para as minhas voltam. Por que eu te amo tanto assim?
Tudo bem que esse alguém pode te fazer feliz, mas energeticamente não sinto o sentimento forte como aconteceu conosco. Decerto é singular nossa relação, ao ponto da interrogação está enormemente estampada no ar, na minha frente. Tudo acabado, adormecido, esquecido, sentido e ignorado? Por que não fala comigo? Por que não me conta mais sobre teus devaneios? Por que tenho te sentido tão perto de mim nesses últimos dias? Por que meu Deus, por quê?
Juro como é inevitável tais recordações. Vem na memória sem pedir permissão e martelam, machucam, sangram o tal coração que na altura do campeonato já não sabe o que quer.
O que faço de agora em diante? Por que o orgulho não me deixa chegar até você? E por que essa sede de te odiar, se quando tento sentir raiva lembro do teu sorriso que me alegrava?
Que seja feito a vontade de Deus. Tomara está escrito o nosso reencontro, afinal, desejo reviver esse amor que no fundo do teu baú se esconde. E o meu? Há muito espera pelo teu sim...
"Meu coração, não sei porque, bate feliz, quando te vê..."
A.G.
Lembro como se fosse hoje. De costas, adentrando no lugar x, avistei-te de longe e meu corpo extremeceu. Um turbilhão de perguntas me fiz, pois o que estaria acontecendo comigo ao vê uma pessoa "estranha", sem saber que ela ia fazer parte da minha vida a partir daquele instante?
Olhar a tua alma minutos depois foi o suficiente para saber que o amor não escolhe hora, tempo e muito menos grandes ações para se manifestar. Fluiu naturalmente como agora flui o choro da hesitação.
Nossa história foi a mais louca e bonita. Fiz tudo aquilo que pude para aproveitar ao máximo os nossos encontros diários, sabendo a data exata da tua partida, rumo a tua vida real, ao cotidiano, aos teus projetos do destino. Por que não foi escrito ficarmos juntos? Nós ou Deus que assim escolheu?
Nunca esqueço daquela especial rosa vermelha, cuja cor remete à paixão que já tinha nos contagiado desde o primeiro olhar. Nossas saídas, conversas, entrelaçar de corpo e alma na mais pura essência do amor, esse amor inexplicável que apenas se sente e se cala no apreciar das estrelas. E a festinha com os amigos? Lembra da estrada, dos amigos e você deitados no asfalto, com molecagem? Ai, quanta saudade do que foi vivido ao seu lado...
E os e-mails, cada um mais profundo que o outro! E a sintonia de nossos espíritos que nos tornaram espontâneos e especiais, lembra? Os torpedos, o amanhecer do dia com o delicioso abraço; o caminhar pela cidade desconhecida, a sinceridade do peito acolhedor, mostrando a cada dia o quão tudo aquilo fazia sentido?
Revivemos nessa encarnação o amor eterno que juramos há anos atrás e, mesmo que eu tenha a plena convicção do que sinto, entristeço-me pelo silêncio, pela indiferença, por saber que tão longe de mim emocionalmente estais.
Entram e saem pessoas em nossas vidas, mas é você a referência do mais sublime sentimento que senti um dia por um homem. Por que justamente você, já que não tenho o direito de está contigo?
E o sábio livro, que poço de descobertas, não é? Eu tinha plena certeza do quão ele faria diferença para tua percepção de mundo, auxiliando-o nesse caminhar evolutivo. Não foi à toda que em tuas mãos o confiei, sem saber se um dia para as minhas voltam. Por que eu te amo tanto assim?
Tudo bem que esse alguém pode te fazer feliz, mas energeticamente não sinto o sentimento forte como aconteceu conosco. Decerto é singular nossa relação, ao ponto da interrogação está enormemente estampada no ar, na minha frente. Tudo acabado, adormecido, esquecido, sentido e ignorado? Por que não fala comigo? Por que não me conta mais sobre teus devaneios? Por que tenho te sentido tão perto de mim nesses últimos dias? Por que meu Deus, por quê?
Juro como é inevitável tais recordações. Vem na memória sem pedir permissão e martelam, machucam, sangram o tal coração que na altura do campeonato já não sabe o que quer.
O que faço de agora em diante? Por que o orgulho não me deixa chegar até você? E por que essa sede de te odiar, se quando tento sentir raiva lembro do teu sorriso que me alegrava?
Que seja feito a vontade de Deus. Tomara está escrito o nosso reencontro, afinal, desejo reviver esse amor que no fundo do teu baú se esconde. E o meu? Há muito espera pelo teu sim...
"Meu coração, não sei porque, bate feliz, quando te vê..."
A.G.


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