Produtores Culturais

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Congelando um segundo do todo vivido
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domingo, 28 de fevereiro de 2010

É Freud!

Dor filha da puta, que dói tanto aqui dentro e não para de incomodar.
Remédio, não adianta, não passa. As lágrimas descompassadas embaraçam a vista. Parece ser
eterno, mas sei que vai passar, tem que passar!
Separação sempre é difícil. Desapego, desprendimento, dor da partida, dor da perda, dor da indiferença, dor do desamor.
Por que sentir isso? Por que a gente rir tanto no começo e chora tanto no fim? Será assim até quando?
Nossa esperança é "dessa vez vai ser diferente", mas no final das contas, tudo é igual. Tem começo, meio e fim, e o desfecho, sempre um caos.
Até quando devo ser positiva e achar que o próximo sempre será o melhor para mim? Ah meu, foda-se o que to sentindo, não adianta, não volta atrás, não faz mais diferença.
Amar, amei sim, amo até hoje, até porque, existe amores e mais amores. Não ia mentir, não ia ser desonesta, inventando um sentimento não vivenciado em meu peito. Acontece que existem os amores platônicos, utópicos e os "palpáveis". Entre nós dois...não sei!
Como fui feliz enquanto durou! Ganhei de presente uma nova família muito querida, que desejo cultivá-la para sempre.
Valeu a pena, muito aprendi, muito aprendo contigo a cada instante, a cada árdua palavra proferida, a cada conversa, desabafo, momentos cúmplices de nossas vidas desatinas.
O que me resta? Recomeçar, sacudir a poeira e não construir muralhas impenetráveis. Se não foi contigo, paciência, um dia agradecerei a vida por me mostrar que o não nem sempre é não, mas desviar de calçada se faz necessário a um bem maior.
Agradeço de todo coração por tudo que vivemos juntos, principalmente pelos sorrisos alegres e novos amigos que a partir de ti pude conhecer.
Eu te amo!

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